AGENDE AGORA SEU ATENDIMENTO 100% ONLINE
Acolhimento sobretudo diante do adoecimento e do luto.
O primeiro passo sempre é o mais difícil, mas você estará em um ambiente seguro.
Ao clicar no botão acima, você será levado ao WhatsApp onde poderá agendar a sua primeira sessão comigo.
Se você não tem certeza se este é o momento certo para procurar apoio psicológico, fique atento a alguns sinais que podem indicar a importância de buscar ajuda.
E muito mais…
Graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), com especialização em Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso em Cuidados Paliativos pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), mestrado em andamento no Instituto de Psicologia da USP e formações complementares em Perdas e Luto e em Teoria do Apego na prática clínica. O trabalho clínico é conduzido com foco em um cuidado ético e atento às singularidades de cada pessoa, levando em consideração sua história, seus vínculos e os diferentes momentos do ciclo da vida.
A prática se fundamenta especialmente na Teoria do Apego, compreendendo como os padrões de conexão emocional se constroem e se expressam nas relações atuais, nos vínculos que se estabelecem e nos rompimentos que precisam ser atravessados. O objetivo é oferecer um espaço seguro para elaborar experiências de perda, adoecimento e finitude, apoiar a formação de novos vínculos e acompanhar a pessoa na construção de relações mais estáveis, consistentes com seus valores e com aquilo que faz sentido no cotidiano.
Quando a vida muda de rumo
Existem momentos em que a vida se divide em “antes” e “depois”: um diagnóstico que assusta, uma internação que se prolonga, a notícia de que não há mais possibilidade de cura, a morte de alguém que é mundo para você. Nessas horas, o tempo parece andar diferente: ou corre rápido demais, ou fica completamente parado.
No meio disso, é comum sentir-se perdido. Surgem perguntas difíceis: “como vou aguentar?”, “como dizer adeus?”, “como seguir vivendo depois dessa perda?”. Podem aparecer culpa por não conseguir ser forte o tempo todo, medo do sofrimento de quem está doente, raiva do que aconteceu, e até um certo alívio em meio à dor — e isso muitas vezes gera culpa.
O espaço terapêutico, na interface entre cuidados paliativos e luto, existe justamente para acompanhar esses atravessamentos: para que você possa falar do que dói sem precisar poupar ninguém; para que o medo, a fadiga do cuidar, a ambivalência e a saudade tenham lugar; para construir pequenas ilhas de sentido em meio ao caos.
São cuidados que buscam qualidade de vida diante de uma doença que ameaça a continuidade da vida, aliviando sofrimento físico, emocional, social e espiritual e apoiando a pessoa e sua família a atravessarem esse período com mais sentido.
Não. A terapia pode ser útil antes, durante e depois da perda. Muitas pessoas buscam ao receber um diagnóstico difícil, quando alguém querido está em fase final ou ao perceber que o processo de cuidado está muito pesado.
Se reconheceu alguns desses sinais, já é um bom motivo para buscar terapia.
As sessões são realizadas via Google Meet, em horário previamente agendado. O link é enviado com, no mínimo, uma hora de antecedência após a confirmação do pagamento. Basta um local tranquilo, conexão estável e um dispositivo (celular, tablet ou computador).
Cada sessão tem, em média, 50 minutos. A frequência costuma ser semanal, mas pode ser ajustada conforme a necessidade de cada pessoa.